Do Ricardo Kotscho
A corregedora nacional de Justiça Eliana Calmon, baiana arretada que
esta semana arrostou a classe dos “bandidos togados”, já não está
sozinha na sua luta contra a impunidade dos magistrados que, em
benefício próprio, desrespeitam as leis no lugar de zelar pelo seu
cumprimento.
A boa notícia foi publicada na coluna de Mônica Bergamo de ontem:
“Racha no CNJ (Conselho Nacional de Justiça): seis de seus 15
integrantes se arrependeram de ter endossado às pressas a nota divulgada
pelo presidente do colegiado e do STF (Supremo Tribunal Federal), Cezar
Peluso, contra a corregedora Eliana Calmon. E devem divulgar nova
manifestação para esclarecer seu posicionamento.
