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Monday, September 26, 2011
PAULO MELO CORUJA NEWS
Operação Ágata 2 interceptou 33 aeronaves na fronteira
Redação
A Operação Ágata 2 interceptou 33 aeronaves na
região de fronteira do Brasil com o Uruguai, Argentina e Paraguai, sendo
27 em situação regular. As outras seis deixaram o espaço aéreo
brasileiro depois da abordagem dos pilotos. A missão é cumprida por
caças A-29 Super Tucano, que decolam de Maringá (PR), Dourados (MS) e
Campo Grande (MS), além dos supersônicos F-5EM de Canoas (RS).
Assim como nas patrulhas na superfície realizadas pelo Exército e
pela Marinha para combater delitos fronteiriços e ambientais, o objetivo
da Força Aérea Brasileira (FAB) é primeiro localizar e averiguar cada
avião suspeito, tudo de acordo com as Medidas de Policiamento do Espaço
Aéreo.
Divulgação/FAB
Caças A-29 Super Tucano decolam de Maringá, Dourados e Campo Grande
"As medidas realizadas são para identificar se o piloto tem um plano
de voo regular, se está cumprindo as ordens dos órgãos de controle do
espaço aéreo", explica o Tenente Coronel André Monteiro, Comandante do
Esquadrão Flecha, uma das três unidades de caça da FAB equipadas com
caças A-29 Super Tucano.
Para localizar os alvos, o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro
(COMDABRA) conta com a rede de radares do Segundo Centro Integrado de
Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II), de Curitiba
(PR), e com o E-99, avião-radar que consegue detectar até aeronaves
voando em baixa altitude. Em contato direto com o piloto de caça, o
Comando pode determinar cada uma das ações, que vão desde o
acompanhamento à distância do voo até o uso das metralhadoras calibre
12,75 mm.
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