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Thursday, August 5, 2010
PSTU força o debate sobre a lei eleitoral: MOVIMENTO QUERO ZÉ MARIA NO DEBATE
0 comments Posted by barongan at 5:34 PM| Redação - Observatório do Direito à Comunicação | |
| 05.08.2010 | |
| O poder das emissoras de televisão na condução da cobertura eleitoral foi questionado pela candidatura de Zé Maria (PSTU) via Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O candidato solicitou a suspensão do debate dos candidatos à presidência na Rede Bandeirantes programado para esta quinta-feira (5), com base em artigos da Constituição Federal e da Justiça Eleitoral. Apesar de indeferido, o pedido do PSTU foi avaliado pelo juiz do Tribunal Superior Eleitoral, Joelson Dias, como instigante e recomendou maior reflexão sobre a matéria. Fonte: Direito a Comunicação |
Labels: blogdebate, eleições, PSTU, Zé Maria presidente
Friday, February 19, 2010
Nesta postagem comemorativa aos 20 mil acessos ao nosso Blog, além de agradecer a audiência de todos, aproveito, como forma de denúncia de nossas autoridades incompetentes, para transcrever algumas pérolas políticas dos dois últimos bimestre
Inté.
Adriano Espíndola
“Vocês acham que o PSTU ganhará eleição com o discurso dele? Vamos supor que ganhe, acham que governa? Não governa.” - Presidente Lula tentando justificar a adaptação que o PT sofreu até chegar na presidência, em 2003. Lula só não disse que tal adaptação se deu às custas de todos os princípios que norteavam a legenda em seu início. (Estadão 19/02/2010)
"[A prisão de Arruda] não é bom para o Brasil e para a política” -Lula, em conversa com o ministro da Justiça, relatada por um assessor ao site G1. Segundo este assessor próximo ao presidente, Lula achou lamentável e ficou “abatido” com a informação de que a prisão do governador Arruda (DEM) havia sido pedida pelo STF. Lula pediu a Polícia Federal que evitasse a exposição do governador, durante a prisão.
(www.g1.com.br - 11/02/2010)
“Não é compatível um indivíduo assim [homossexual] com o trabalho das Forças Armadas” General Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, indicado para o Supremo Tribunal Militar. A declaração homofóbica gerou polêmica, mas mostra a verdadeira cara reacionária do Exército no Brasil.
“Lamento profundamente por aqueles que atacam nosso país, a generosidade do nosso povo e a liderança do nosso presidente.” Hillary Clinton, sobre a intervenção dos EUA no Haiti, uma declaração cínica da secretária de Estado que esconde a tomada do controle no país ocupado. (Folha de S. Paulo, 27/1/2010)
"A única diversão no Haiti é fazer filhos" Deputado Jair Bolsonaro(PP-RJ), defendendo um "controle de natalidade" no país. A frase do militar de ultra-direita faz parte da ideologia de que a culpa da situação do Haiti é dos próprios haitianos. A frase de Bolsonaro (não apenas essa) é asquerosa. Infelizmente, a imprensa reforça esse tipo de saída, ao também jogar a culpa da crise haitiana no povo e não nos governos e empresas que sempre exploraram o país, mantendo governos sanguinários, como o de Papa Doc. (19/01/2010 - JB Online)
“Ela [a guerra] pode ser um instrumento para alcançar a paz.” Barack Obama, no discurso de recebimento do seu contraditório Nobel da Paz. Na sequência, Obama incitou os países "que se preocupam com sua própria segurança interna" a apoiar a sua guerra contra ameaças como o Afeganistão e a Coreia do Norte.
(Ao vivo pela Record News, 10/12/2009)
“Acontece muito, em qualquer governo acontece assim. Se há espaço, você dá carona” Nelson Jobimsobre a viagem de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, e seus acompanhantes em voo da FAB (Folha de S.Paulo 27/11/2009)
“Nós não corremos risco de apagão em hipótese alguma no Brasil.” Lula, em março de 2009 (Extra Online, 11/11/2009)
“A ação do governo não é só em defesa do interesse público. É da saúde da mulher, também. Embora hoje câncer de mama seja uma doença masculina também. Deve ser consequência dessas passeatas gay.” Roberto Requião (PMDB), governador do PR. Homofobia, ignorância e uma pitada de sadismo: ele disse isso num evento de combate à doença que estava sendo transmitido ao vivo pela TV Educativa do Paraná.
(Último Segundo, 27/10/2009)
“Se Jesus Cristo viesse para cá e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão” Lula, sobre seus aliados no Congresso Nacional, como Collor, Renan e Sarney. Lula disse que a manutenção de Sarney na presidência do Senado foi "questão de segurança nacional"
(Folha de S.Paulo - 22/10/2009)
Labels: blogdebate
Tuesday, February 2, 2010
Amigos e amigas,
Labels: blogdebate, cultura
Saturday, September 26, 2009
Como todos sabem, através da seção Blogs que acompanho e indico, há no Defesa do Trabalhor, um atalho para o blog do companheiro Wilson Resende.
A presente postagem diz respeito a uma polêmica que estou tendo com o blog do camarada, em face de ataques feito ao partido que milito, o PSTU, no blog do mesmo.
Aos que se interessar, boa leitura.
O Bog do Wilson pode ser acessado clicando aqui.
Adriano
-=-=-=-=-=-
Amigos e amigas,
Compartilhamos com vocês das criticas aos partidos políticos. Em verdade, via de regra, os partidos políticos servem para acomodar interesses dos diversos setores da burguesia ou de reformistas, traidores do movimento de massas.
Entretanto, há exceções nessa regra, principalmente entre aqueles que fazem do partido político um instrumento para se organizar para desorganizar a ordem vigente. Que utilizam a agremiação para recrutar e organizar militantes que estejam dispostos a doar, ao menos parte, de seu tempo para lutar contra o capitalismo. Nós do PSTU, nos orgulhamos de fazer parte desta exceção.
Sim, participamos das eleições, mas não acreditamos que elas mudam a vida, pois para nós, só a ação direta das massas, leia-se, povo na rua, é capaz de fazer isso. Porque então participamos do "circo eleitoral"? Porque o sistema que queremos quebrar e substituir por uma nova ordem, onde o homem não seja o lobo do próprio homem, condiciona (falo do velho sistema) as pessoas a acharem que tudo se resolve votando a cada dois anos.
Assim, a cada dois anos, como enviados à cova dos leões, estamos lá, no rádio e na televisão com nosso programa diário, nas ruas e fábricas com nossos panfletos, dizendo exatamente o contrário do que diz o sistema: que não adianta apenas votar, ma, ao contrário, que é preciso lutar e, desde as eleições, de dentro do coração do sistema, buscamos conscientizar as pessoas e , ainda divulgar as lutas dos trabalhadores e nossas concepções (programa) políticas, que, em resumo, pregam a necessidade dos trabalhadores serem classe para si e, deste modo, superarem o capitalismo, que é um sistema da burguesia, e não dos trabalhadoers, enquanto classe para si.
Mas as eleições não é nosso foco principal de atuação, ela é um ponto secundário para nossa atuação cotidiana.
Isso porque, como um partido da classe trabalhadora e da juventude, estamos inseridos no dia a dia das lutas de nossa classe. Vejam, por exemplo, que apesar de sermos uma organização minoritária da classe (lutamos para ganhar a maioria e e dirigir uma revolução social que supere o capitalismo), nossa atuação nas campanhas e atuação em defesa dos empregos dos trabalhadores demitidos, recentemente, da Vale e da Embraer. Vejam, nosso trabalho em metalúrgicos. Vejam, nossa dedicação em combater a invasão das tropas da ONU em Haiti (comandada pelo Brasil) ou o golpe militar em Honduras, inclusive enviando dirigentes nossos para se solidarizar com os povos destes dois países.
Definitivamente, amigos e amigas não somos um partido que faz do circo eleitoral sua razão de ser, pois eleger por eleger, fosse a nossa razão de ser, certamente seriamos, como o PT ou o PCdoB, mais um apêndice do governo Lula, inclusive com cargos na máquina pública.
Somos sim, uma organização de homens e mulheres que dedicam a vida na luta por uma nova sociedade, um sociedade sem classes, sem explorados e exploradores.
Por um outro lado, não somos infalíveis, cometemos, e creio que bastante, erros em nossos quinze anos de história no Brasil, enquanto PSTU e outros vinte anos, enquanto correntes que deram origem ao nosso partido. Afinal, nestes 35 anos de existência, temos em nossos quadros gente de carne e osso e não divindades infalíveis. Gente que reflete a realidade do meio que vive e que as vezes cometem erros refletindo-a na sua militância cotidiana.
Mas qual a nossa diferença dos outros, porque não nos tornaremos um novo PT, maior ícone da traição dos trabalhadores no Brasil atual? A diferença reside no fato de que reconhecemos nossas debilidades e erros e temos políticas conscientes para corrigi-las, para não nos degenerarmos.
Talvez daí, muitos não ficam no PSTU, como disse uma dos comentários feito no blog do Wilson, e vão para outros partidos. Saem ou são expulsos, porque entre nós não há espaço para oportunistas e traidores.
Há outras organizações e correntes partidárias que também podem ser incluídas na exceção que aponto no começo deste texto, o que vale à pena destacar para que não nos acuse como os donos da verdade suprema. Contudo, o que escrevo objetiva tão apenas fazer a defesa da organização, para a qual dediquei mais da metade dos meus 36 anos de vida, que vem sofrendo ataques infundados neste Blog do Wilson Resende.
Por isso, Wilson e demais companheiros leitores blog do Wilson Resende, peço pelo respeito que companheiro Wilson declara que ter por mim e por minhas opiniões, que busque separar o joio do trigo ao atacar o partidos, ou ao menos, você Wilson, que é o responsável pelo o que aqui se pública, que não coloque o PSTU no mesmo rol exemplificativo de suas mensagens como exemplo do que não se presta.
O respeito que tem por mim é o mesmo que tenho por você, sendo que peço que respeite minha organização, o PSTU, da mesma forma que me respeita e que respeito você.
Saudações Fraternais,
Adriano Espíndola
Militante do PSTU, advogado e blogueiro.
Labels: blogdebate, PSTU
