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Monday, September 26, 2011

A Somerset man who used social networking site Facebook to groom teenage boys, tricking some into sending him naked pictures of themselves and later sexually molesting two of his victims, is to be allowed to continue using Facebook - after a judge ruled that banning him would be "excessive".

19 year old Callum Dower, of Queen Camel near Yeovil, used Facebook to contact boys as young as 14 and make homosexual advances at them.

He would urge them to send him pictures of themselves, often via mobile phone, and in some instances would pose as a girl in order to trick his victims into sending lewd photos.

His attentions did not stop with photographs, he subsequently molested one boy in a supermarket toilet, and another in his car.

Appearing at Taunton Crown Court for sentencing, Dower had previously admitted two charges of sexual activity with a child, five charges of causing or inciting a child to take part in pornography, and six charges of making an indecent image of a child.

Judge Graham Hume Jones sentenced Dower to a 3 year community order, banned him from working with children, and ordered him to be electronically tagged and to obey an overnight curfew for 3 months. He must also sign the sex offenders register for 5 years.

However, Judge Jones seemingly accepted defence pleas that banning Dower from using Facebook would excessive.

Apparently it is taken for granted by people of his age, and a ban on his using such sites would be "particularly excessive" according to Dowers' barrister.

Does that make any sense? He uses Facebook to find and groom his victims, he's convicted, and yet banning him from social networking sites would be "excessive" because he needs it to socialise.

Really makes you feel confident that perverts who prowl social networking sites will be stopped once caught, and children will be protected, doesn't it?

Friday, September 9, 2011



Nascido da colisão frontal entre a desfaçatez dos assaltantes de cofres públicos e a indignação de milhares de jovens em ação no Facebook, o movimento que transbordou da internet para as ruas neste 7 de Setembro ainda engatinha.


Direto ao Ponto



Por enquanto, o traço comum entre os grupos fundadores é o inconformismo com a corrupção endêmica.


Não houve tempo para a montagem de algum programa que estabeça prioridades consensuais e identifique com nitidez as metas a atingir, os alvos imediatos e o inimigo principal.

Faltam slogans e palavras de ordem que façam o resumo da ópera eficácia e objetividade. Ainda não existem líderes reconhecidos por todas as alas, o verde-amarelo se alterna com o preto e o nome oficial não foi definido.
Embora relevantes, são questões que podem esperar.

Os jovens comandantes saberão fazer a melhor opção na hora certa.


Se ainda engatinha, o movimento esbanja saúde, comprovam os resultados da primeira aparição pública.

Quem acompanhou o ato de protesto na Avenida Paulista pôde contemplar uma reveladora amostra da novíssima geração de brasileiros ─ um fascinante universo que a imprensa não enxerga e os políticos de todos os partidos desconhecem.


Ninguém previu que os jovens insatisfeitos com o Brasil sangrado pela bandidagem de estimação precisariam de apenas um dia para escancarar as rugas, a flacidez, a velhice de entidades, instituições, indivíduos, teorias ou conceitos que, até a véspera, não pareciam tão desoladoramente decrépitos.


A anunciação da primavera brasileira transferiu para o museu das antiguidades do século passado os que subestimam o poder de fogo da internet, os que duvidam do interesse dos moços por questões políticas e os que não acreditam na existência de militantes fora dos partidos.

Mal passa dos 20 anos a idade média dos organizadores dos protestos que, ignorados pela imprensa, reuniram milhares de manifestantes mobilizados por redes sociais, sites e blogs.


Confrontados com o frescor e a independência dos jovens em guerra contra a corrupção, os matusaléns arrendados da União Nacional dos Estudantes Amestrados, a antiga UNE, foram remetidos ao mausoléu dos pelegos.



A paisagem reinventada da Avenida Paulista exibiu o tamanho do fosso que separa manifestantes e partidos deformados pela senilidade precoce, pela covardia congênita, pelo cinismo vocacional e pela revogação dos valores éticos.


Alguns integrantes da Juventude do PSDB apareceram com uma faixa. Tiveram de enrolar a má ideia. Três ou quatro devotos do PSTU apareceram com um estandarte. Foram aconselhados a guardá-lo.

Cinco ou seis militantes do PT apareceram com uma bandeira vermelha.

Como se recusaram a arriá-la, o pedaço de pano foi queimado ao som de duas palavras de ordem que justificaram o bota-fora de tucanos e socialistas xiitas:

Primeira: “Saí daí, otário: o movimento é apartidário”.

A segunda começava com o palavrão que rima com o fecho: “Nossa única bandeira é a bandeira do Brasil”.



As inscrições nas faixas e as mensagens gritadas em coro reafirmaram que os manifestantes não estão a serviço de ninguém.

Exigem a punição dos corruptos, pedem cadeia para os gatunos, fustigam a turma da ficha suja, recomendam que o dinheiro tungado seja investido em saúde e educação, recordam o escândalo do mensalão e informam que as vítimas do roubo em escala industrial são os pagadores de impostos.

Nesta quarta-feira, para não serem associados à oposição oficial, hostilizaram apenas três unanimidades: José Sarney, Jaqueline Roriz e José Dirceu.



Três prontuários mais encorpados que os programas dos partidos a que pertencem.

Um movimento gerado pela ladroagem institucionalizada não conseguiria poupar por muito tempo os mentores da decomposição moral do Brasil.

Cedo ou tarde, ficaria evidente que não há como marchar contra a corrupção sem tropeçar nos arquitetos do aparelhamento da máquina estatal e no loteamento das verbas dos ministérios.



Lula não inventou a corrupção, mas foi ele quem transformou contratos de aluguel em instrumentos de poder. Se há corruptos em todos os partidos, em nenhum lugar do mundo há tantos delinquentes por metro quadrado como num encontro do PT com a base alugada. Em dois ou três meses, os jovens que lutam pela decência teriam de lancetar o tumor em sua fonte.



Foram poupados da opção inevitável pelo açodamento dos blogueiros estatizados e dos jornalistas federais, que vestiram imediatamente a carapuça e simplificaram as coisas.

“Nossos corruptos são bons companheiros”, berram nas entrelinhas os palavrórios raivosos que, enquanto tentam reduzir as dimensões dos atos de protesto, investem contra os fantasmas de sempre.

Um sacristão da seita maniqueísta já enxergou por trás da manifestação outra sórdida tentativa de derrubar o governo, tramada pela elite golpista, por granfinos quatrocentões e pelos loiros de olhos azuis.

Definitivamente, faltam neurônios e sobram neuroses a adoradores de divindades de araque que viraram cúmplices de corruptos juramentados.



Expostos ao Sete de Setembro ensolarado por manifestações que podem moldar um Brasil muito mais luminoso, os porta-vozes do país que parece um grande clube dos cafajestes foram reduzidos a cinzas como dráculas de cinema.


Vampiros de cofres públicos e suas velharias domesticadas não suportam a claridade.



09/09/2011

Friday, August 12, 2011


"Common sense. If riot info and fear is spreading by Facebook & Twitter, shut them off for an hour or two, then restore. World won't implode" - Tory MP Louise Mensch, somewhat ironically posting on Twitter.

It seems that Cameron may well agree with her as well, his kneejerk speech - as usual devoid of anything even remotely akin to fixing the issues underpinning these riots - referred to restrictions to social networking services under certain circumstances.

China anyone? It certainly has shades of handing the government the right to control the free flow of information and conversation, a road which often ends in unpleasant places.

One would of thought Facebook and the like are actually a boon to policing.

Look at most of the muppets on there, posting photos of themselves holding a TV they just ripped off from Curries, or gloating under an easily identifiable profile about how they're off for a riot.

Morons like that do the polices work for them, it'd be so much harder to catch them if they went underground and stopped posting their criminal triumphs.

Quite besides which, proxy anyone? 10 minutes of Googling is enough to get anyone around nearly any kind of localised site blocking there is going.

Not to mention, how many sites are they going to block. There are more flavours of social networking sites than there are non English speakers in a typical Bradford primary school now.

It's doomed to fail, and all it will do is punish the innocent, the old granny who uses Facebook to stay in touch with her family, the children who spend all their time on there telling their mates how much they fancy the latest pop sensation.

Every time the government is faced with a major event such as these riots, one which it dare not admit the true causes of nor take the necessary action to remedy, it reacts by sweeping measures that will target all irrespective of their involvement.

Once it has those powers which the new measures grant, well, who can look at history and say that governments don't have a habit of abusing those powers?

Would you want to trust this lot with what would effectively be an internet kill-switch to 'temporarily' block all, including the law abiding, from any site which officialdom judged was causing trouble - how long before that moves from supposedly preventing riots to suppressing opposition?

Although, the idea of being able to turn something off for a few hours does have some appeal - if we could get a switch to turn off politicians every time they gathered together then the British people would probably get screwed a lot less often.

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