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Saturday, October 8, 2011
QUESTÃO PALESTINA: Porque se faz necessário o fim do Estado de Israel?
0 comments Posted by barongan at 8:33 AMAmigos e amigas
Clicando na frase abaixo, vocês estarão sendo remetidos para postagem na qual se debate a questão palestina e a necessidade da destruição do estado artificial de Israel, para a implementação da paz e da justiça naquela região do Oriente Médio.
Clique aqui para acessar o texto.
Abraços,
Adriano Espíndola
Labels: imperialismo, Israel, oriente médio, palestina
Tuesday, May 3, 2011
MUNDO: Assassinato de Bin Laden não vai impedir massacres do imperialismo
0 comments Posted by barongan at 5:21 AMNão há motivos para festejar o assassinato de Bin Laden. O terror continuará sendo disseminado pelo mundo através das baionetas do imperialismo.
JEFERSON CHOMA
da redação do Opinião Socialista do PSTU
No início da madrugada da última segunda-feira, dia 2, o presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou que forças especiais norte-americanas mataram Osama Bin Laden, líder da organização terrorista Al Qaeda.
O assassinato de Bin Laden ocorre quase 10 anos depois dos atentados às Torres Gêmeas, supostamente atribuídos e planejados pelo terrorista árabe. Os atentados do dia 11 de setembro mudaram a situação política internacional, pois fortaleceram um então enfraquecido governo Bush, servindo como pretexto necessário para implementar seus planos de invasão do Afeganistão e do Iraque, além de lhe proporcionar amplo apoio popular.
As ações terroristas da Al Qaeda não têm como objetivo organizar as massas, tampouco tem algum respeito com a vida de inocentes. Seus atentados estão direcionados a causar o máximo possível de baixas civis, para que o choque e a dor provocados por suas ações sejam as maiores possíveis.
Como afirmava Leon Trotsky, “o terror individual é inadmissível porque minimiza o papel das massas em sua própria consciência, as faz aceitar sua impotência e volta seus olhos e esperanças para o grande vingador e libertador que algum dia virá para cumprir sua missão.”
Dez anos depois ficou óbvio que os atentados terroristas mudaram a conjuntura internacional e serviram para reforçar as posições dos exploradores e dos opressores, ao invés de enfraquecê-los e derrotá-los, ao mesmo tempo em que dividem a classe trabalhadora, ao invés de uní-la através da solidariedade internacional.
Por outro lado, a condenação aos métodos do terrorismo individual não significam que estejamos ao lado do imperialismo em sua “cruzada contra o terrorismo”. O principal responsável pelos atos terroristas é o próprio imperialismo, com toda a barbárie e violência que espalha pelo mundo. O que ficou mais do que visível após as guerras deflagradas no Oriente Médio.
Em nome da guerra “contra o terror” o imperialismo invadiu o Iraque para destruir as supostas armas de destruição em massa. Na verdade estava interessado em abocanhar o petróleo do país, que possui a segunda maior reserva do mundo. A invasão provocou a morte de milhões. Uma pesquisa da Opinion Research Business (ORB), conduzida entre 12 e 19 de Agosto de 2007, estimou 1.220.580 mortes violentas devidas à guerra no Iraque. De uma amostra nacional de 1499 iraquianos adultos, 22% tinham um ou mais membros da sua família mortos devido à guerra.
Em nome da “luta contra o terror”, os soldados do imperialismo cometem assassinatos gratuitos contra a população afegã, conforme registram os mais de 90 mil documentos do Exército dos Estados Unidos divulgados pelo site Wikileaks. As torturas da Prisão de Abu Ghraib mostraram apenas a ponta do iceberg da realidade de sangue e terror da ocupação militar. Assim como a prisão de Guantánamo que até hoje se mantém em funcionamento, apesar das falsas promessas de Obama em fechá-la.
Certamente, Obama vai tentar capitalizar o assassinato do terrorista nas eleições presidenciais, quando tentará se reeleger. A ação do imperialismo também serve como uma demonstração do poderio militar norte-americano, num claro recado aos povos árabes que hoje protagonizam revoltas e revoluções contra seus tiranos e servis.
Não há motivos para festejar o assassinato de Bin Laden. O terror continuará sendo disseminado pelo mundo através das baionetas do imperialismo. Logo após o anúncio da morte do líder da Al Qaeda, a secretária de Estado Hilary Clinton foi a público declarar que a “morte” de Bin Laden não corresponde ao fim da “guerra contra o terror”. Ou seja, o massacre de inocentes pelas mãos do imperialismo vai continuar.
PS De Adriano Espíndola: Como disse anteriormente, a morte de Laden faz parte de uma arriscada estratégia para reeleição de Obama. Acrescento para dizer que é lamentável ver a comemoração da juventude estaduniense comemorando a morte de alguém, ainda que de um terrorista, com alegria, uma total demonstração de incivilidade e um caminho fértil para o facistas.
Labels: EUA, imperialismo, oriente médio, PSTU
Friday, March 18, 2011
Declaração do PSTU contra a visita de Obama ao Brasil
Direção Nacional do PSTU
Obama vem ao Brasil no momento em que o Conselho da ONU autoriza a intervenção militar do imperialismo sobre a Líbia. Muitos têm expectativas em Obama e também nessa ação militar contra o genocida Kadafi.
O PSTU quer alertar todos os trabalhadores e jovens brasileiros que essas esperanças são infundadas. Está vindo ao Brasil a nova cara do imperialismo, um Bush disfarçado de negro, mas exatamente com as mesmas más intenções.
Nós lutamos contra o ditador Kadafi. Esse genocida está bombardeando populações civis, repetindo os atos de Israel contra os palestinos. Os setores da esquerda que sustentam Kadafi, como Castro e Chávez, estão completamente enganados e terminam por sujar suas mãos com o sangue do povo líbio.
Mas a intervenção militar do imperialismo não é para ajudar o povo líbio. Obama, assim como os governos europeus quer, controlar diretamente o petróleo líbio e acabar com a guerra civil. Kadafi, que entregou o petróleo ao imperialismo, não é mais uma garantia segura, porque existe uma guerra civil. Quando Kadafi massacrava o povo, mas não existia ainda um levante contra ele, o governo Obama (assim como Berlusconi e Sarcozy) o apoiava.
O imperialismo apoia todas as ditaduras no mundo árabe contra as quais se enfrenta a revolução em curso, como a Arábia Saudita, Bahrein, Jordânia, Iêmen. Obama, junto com seu aliado Mubarak, foi derrotado pelo povo egípcio rebelado. Caso consiga controlar a Líbia, vai instalar outra ditadura que lhe garanta o controle do petróleo.
Existe hoje uma guerra do povo líbio contra o ditador Kadafi. Com a intervenção militar imperialista, deve haver duas guerras: uma contra Kadafi e outra contra o imperialismo. Chamamos o povo rebelado contra Kadafi na Líbia a não depositar nenhuma esperança e não dar nenhum apoio à intervenção imperialista.
Nós rejeitamos a presença de Obama, o novo senhor da guerra, no Brasil. Ele vem aqui para substituir a imagem desgastada do governo dos EUA pela figura de Bush. Vai querer se apropriar das reservas de petróleo do pré-sal que o governo Dilma já está lhe oferecendo. Vai querer avançar o “livre comércio”, que significa maior abertura para as multinacionais norte-americanas. Ou seja, vai cumprir exatamente a mesma pauta que Bush faria, só que agora com uma face mais “simpática”.
Obama já mostrou, nos EUA, que não cumpre nenhuma de suas promessas eleitorais. O desemprego segue fortíssimo, atingindo em primeiro lugar os negros. Não foi por acaso que Obama acaba de ser derrotado nas eleições legislativas em seu país. Não deixemos que siga nos enganando no Brasil.
O governo Dilma recebe Obama para abrir ainda mais as portas do país para o imperialismo. Segue cumprindo um papel de ponto de apoio do governo dos EUA na América Latina pela indigna ocupação militar do Haiti, a serviço das multinacionais.
Exigimos ao governo Dilma que:
Labels: Governo Dilma, imperialismo, oriente médio, PSTU
Friday, February 4, 2011
Amigos e amigas, o PSTU, através do Opinião Socialista, enviou o primeiro correspondente brasileiro de um órgão de imprensa de esquerda, ao Egito.
Trata-se de Luiz Gustavo Porfírio, que está repassando via twitter todos os aconetcimentos da revolução em curso e diarimante, enviará ao site do PSTU relatos, como o abaixo dandos informações diretas do Cairo ou de outras localidades egípcias
Acompanhe Luiz Gustavo no twitter @diretodoEgito e sigam seus relatos aqui no blog ou diretamente no site do PSTU .
Adriano Espíndola
Labels: Egito, oriente médio, revolução
Saturday, December 18, 2010
O verdadeiro anti-semitismo (título original)
Por Abdel Latif Hasan Abdel Latif, palestino, médico
Anti-semitismo é um termo inexato para descrever a perseguição sofrida por judeus na Europa, em especial durante o século XIX.
O termo é inexato porque a maioria dos judeus na Europa são descendentes de convertidos aos judaísmo no século IX e X. e principalmente dos khazares.
Os Khazares constituíam um império de tribos turcas na Ásia central e Rússia, que adotou o judaísmo como religião oficial do império, dando origem à população judaica na Europa oriental, em especial Rússia e Polônia.
A perseguição contra judeus na Europa foi motivada por questões religiosas, políticas e sobretudo econômicas.
A situação atual modificou-se de forma radical.
Os judeus gozam de situação privilegiada em termos econômicos, culturais e políticos. Não sofrem restrições de acesso a postos importantes e cobiçados.
Hoje, são os palestinos, árabes e muçulmanos, as grandes vítimas da perseguição, discriminação e massacres nas mãos dos novos anti-semitas – os “sionistas” e simpatizantes.
Enquanto muitos estudiosos questionam a origem semita dos atuais judeus, não há dúvida alguma de que os árabes (gênero) e os palestinos (espécie) são povos semitas, que nunca abandonaram sua terra, muito menos sua história na região.
O Estado sionista não apenas ocupou a Palestina Histórica e expulsou a maioria do seu povo desde 1948, mas discrimina os palestinos que continuam vivendo em suas casas e terras no que é hoje conhecido como Israel.
Exemplo disso é uma declaração recente feita por centenas de rabinos israelenses. O “decreto” religioso proíbe aluguel ou venda de casas para cidadãos árabes que vivem em Israel e ameaça aqueles que violarem essa ordem de serem isolados “excomungados” e punidos.
Segundo a bula religiosa, “qualquer um que venda ou alugue casa para árabes causa grande prejuízo aos judeus, uma vez que os goym tem estilo de vida diferente do nosso e o objetivo deles é nos prejudicar sempre”.
Até hoje, mais de trezentos rabinos influentes em Israel assinaram o decreto.
O chefe do movimento, rabino Shmuel Eliahu, da cidade de Safad, é conhecido por suas declarações e posições racistas contra a minoria palestina em Israel.
O que causou o movimento do rabino é a presença de alguns alunos árabes, que estudam em uma faculdade local e são vítimas de agressões racistas diárias por parte da comunidade judaica da cidade.
A solução encontrada pelos religiosos judeus é proibir os árabes de morar na cidade.
Vale lembrar que Safad é uma cidade palestina, construída pelos cananitas, há três mil anos e seu nome em aramaico significa Fortaleza. Situa-se no litoral norte da Galiléia.
No século XVI, um pequeno grupo de judeus religiosos, fugindo da perseguição na Espanha e em Portugal, após a expulsão dos árabes da Andaluzia, instalou-se na cidade. Eles viviam em harmonia e paz com os árabes-palestinos da cidade até o início do século XX.
A chegada dos novos imigrantes sionistas, com a intenção de expulsar os nativos e criar um Estado exclusivo para os judeus em toda Palestina, deu início a um novo capítulo na História da cidade e da região.
Safad foi ocupada no início de maio de 1948 por forças militares isarelenses, poucos dias antes da criação do Estado judeu.
Sua população árabe-palestina foi expulsa e suas casas foram destruídas. A população de várias aldeias circunvizinhas foi massacrada, como por exemplo, as aldeias de Saasa, Ein Zeitun e várias outras localidades.
Nas ruínas dessas aldeias, os sionistas construíram fazendas para os imigrantes judeus recém-chegados, parques nacionais ou simplesmente deixaram a terra abandonada.
Safad, hoje, é uma cidade totalmente judaica. Os árabes nativos da região não apenas foram expulsos e proibidos de retornar a suas terras, mas são proibidos de comprar ou alugar casas e terras na cidade.
Para os religiosos judeus, a proibição baseia-se no Torah. Dizem que no Torah está escrito que “Deus deu a terra de Israel ao povo de Israel. O mundo é tão grande e Israel tão pequena, mas todos a cobiçam. Isso é injusto”. São as palavras do rabino Yusef Sheinin, um dos líderes do movimento.
A “justiça” desse rabino é estranha. Ele prega não apenas expulsar um povo de sua pátria, mas discriminar a minoria desse povo que ainda vive na sua terra.
O que o mundo não deve aceitar e permitir é uma “justiça” desse naipe, que ainda usurpa o nome de Deus para encobrir práticas de ódio.
Outro rabino do assentamento Beit Il, dentro dos territórios palestinos ocupados desde 1967, líder do movimento Gush Emunin, Shlomo Aviner, declarou que “os árabes são 25% dos cidadãos de Israel e não devemos permitir que criem raízes aqui”.
Os palestinos não precisam criar raízes na terra, porque suas raízes são a própria terra. A cidade de Safad é exemplo disso: uma cidade cananita milenar, com nome aramaico (Aram = Síria) e alma árabe, onde viviam antes da invasão dos sionistas, muçulmanos e cristãos e judeus, em um mesmo espaço, com respeito e harmonia.
Os sionistas transformaram Safad em um gueto. Colonos, que enfrentam dificuldades em criar laços com a terra e os povos onde vivem , falando de raízes, é pura hipocrisia.
A bula dos rabinos de Israel mostra a crise que uma sociedade racista e colonialista enfrenta para se afirmar e auto-definir. O racismo, discriminação, expansionismo e militarismo são instrumentos indispensáveis não apenas para construir essas comunidades coloniais, como também para mantê-las.
A discussão sobre o decreto religioso envolveu vários setores da sociedade israelense: religiosos e seculares, da esquerda e da direita. Os rabinos ditos moderados emitiram opinião que se mostrou tão racista quanto à dos extremistas.
Um dos rabinos considerados moderados, Haim Drucman, tentou amenizar os efeitos das declarações dos rabinos favoráveis aos pogroms contra os palestinos dentro de Israel.
Segundo Drucman, “é necessário diferenciar entre árabes leais ao Estado Judeu e árabes não confiáveis”. “Os primeiros devem ter direitos e devem ser tratados de forma diferente, mas os outros devem ser expulsos”. O rabino não explicou como ser leal a um Estado, que exclui e se define como não seu, exclusivo de outro grupo.
A minoria árabe-palestina do Estado judeu (25%) é considerada uma ameaça, “a bomba demográfica” e a única solução, segundo muitos políticos sionistas é a expulsão dos palestinos.
Israel não é Estado de todos os seus cidadãos, como qualquer outro Estado normal do mundo, mas Estado de uma parcela da população, cidadãos judeus. Os árabes em Israel são cidadãos de terceira categoria, tratados como estrangeiros na sua própria terra, e temem a toda hora serem expulsos de suas casas.
O que Israel quer de fato é a redefinição de conceitos humanos básicos, como liberdade, direitos humanos, cidadania, igualdade e fraternidade.
A ideologia sionista pode ser definida como nazi-sionista, uma vez que baseia-se nos mesmos fundamentos nazistas da pureza racial e mito da supremacia e separação total entre grupos e etnias diferentes. O decreto do rabinato é irmão das leis de Nuremberg.
Em um artigo publicado no jornal Israel Hoje, em 13/12/2010, a jornalista Amona Alon, sugeriu que é obrigação de Israel mostrar ao mundo que a desigualdade não é discriminação, mas apenas reflexo de diferenças entre povos diferentes. Os brancos da África do Sul não foram tão longe.
Segundo a jornalista, as medidas tomadas por Israel, para forçar seu caráter de exclusividade judaica, são necessárias e justificáveis, mesmo contrariando os ideais liberais. O que a jornalista sugere é que os judeus em Israel tem direitos que os não judeus não podem ter. Fim da isonomia. Sua lógica é distorcida, racista, retrógrada e oportunistas, já que certamente se qualquer outro Estado tomasse essas medidas discriminatórias contra os seus cidadãos judeus, seria acusado de crime, racismo, perseguição anti-semita.
Em resumo, a lógica israelense se funda nas seguintes asserções:
1º Tenho direito de ser racista e o mundo deve aceitar isso, porque é a maneira da minha auto-afirmação;
2º É direito meu praticar a discriminação contra os árabes cidadãos de Israel, porque é a única forma de manter o caráter de exclusividade judaica do Estado.
3º É meu direito viver em guerra permanente, já que é a garantia da minha existência, porque a paz verdadeira é justa e isso representa ameaça a meus privilégios.
4ª Matar e causar sofrimento é a única maneira encontrada por Israel para sobreviver, já que precisa subjugar a população nativa, para manter seus privilégios.
Isso não é lógica, isso é patológico! Essas anomalias e taras ameaçam o mundo!
Labels: oriente médio, palestina, sionismo
Saturday, June 12, 2010
FLAGRANTE: VIDEO DE BRASILEIRA MOSTRA O ATAQUE SIONISTA À FLOTILHA / DENÚNCIA DE SAQUE DA AJUDA HUMANITÁRIA
0 comments Posted by barongan at 6:37 AMA cineasta brasileira que estava no comboio humanitario à Gaza postou cenas que filmou no momento em que Israel atacou a Flotilha da Liberdade, causando diversos mortos e feridos.
Pode-se ver que os soldados começaram a atirar com miras laser antes mesmo de invadirem o navio.
O video pode ser visto no link da Organização Culturas de Resistência -
http://www.culturesofresistance.org/gaza-freedom-flotilla
Vejam também denúncia do jornalista GEORGES BOURDOUKAN, que denuncia em seu Blog (BLOG DO BOURDOUKAN) que Israel saqueou a ajuda humanitária que estavam nas embarcações atacadas.
Verdadadeiros corsários.
clique aqui para acessar a matéria no referido Blog do Bourdoukan.
Labels: gaza, oriente médio, palestina, sionismo
Tuesday, June 1, 2010
PAREM O GENECÍDIO PALESTINO: ATO EM SÃO PAULO, NO MASP, HOJE, 01.06.2010 ÀS 17H
0 comments Posted by barongan at 6:17 AMREPÚDIO AO ASSASSINATO DE ATIVISTAS PACÍFICOS POR ISRAEL!
TODOS NO MASP ÀS 17 HORAS NESSA TERÇA-FEIRA
Reunião ampliada de entidades hoje, 01.06, 20 h na Mesquita Brasil (Av. do Estado)
Em um ataque covarde e assassino, forças militares de Israel abriram fogo, na madrugada de segunda-feira (31/5), contra integrantes de uma missão humanitária internacional, causando várias mortes, além de grande número de feridos. O ataque, que ocorreu em águas internacionais, foi desferido para impedir que a expedição, reunindo 750 ativistas de cerca de 60 países, em um comboio de seis embarcações, chegasse ao porto de Gaza, em território palestino sob controle militar israelense.
A Frota da Liberdade como é conhecida essa iniciativa pacífica, carregava dez toneladas de mantimentos, remédios e outros produtos essenciais destinados a aliviar o sofrimento da população palestina de 1 milhão de pessoas que vive em condições subumanas na Faixa de Gaza. Não havia armas a bordo das embarcações.
No mundo inteiro têm se multiplicado as manifestações de repúdio a esse crime brutal, que afronta as leis internacionais e os princípios mais elementares de humanidade. Diversos governos, como os da Turquia e da Grécia, já retiraram seus embaixadores de Israel, enquanto em muitas cidades da Europa e do Oriente Médio multidões tomaram as ruas para expressar sua indignação.
Para os brasileiros, a carnificina traz um motivo a mais de preocupação – a presença, entre os integrantes da missão, da cineasta brasileira Iara Lee. O governo brasileiro emitiu nota oficial expressando seu "choque e consternação" com o ataque, ao mesmo tempo em que convocou o embaixador israelense em Brasília para explicações.
A ação militar contra civis desarmados é um escândalo que ofende a consciência de todos os que prezam os valores universais da justiça e da dignidade humana e faz parte da política genocida que vem sendo continuamente praticada por Israel.
Diante desse crime que não pode ficar sem resposta, nós, da Frente de Defesa do Povo Palestino chamamos todos e todas para um ato de repúdio nesta terça-feira, às 17horas no MASP. Em seguida convocamos para uma reunião ampla na Mesquita Brasil, na Avenida do Estado com Rua Barão de Jaguara.
Conlutas
Labels: conlutas, oriente médio, palestina, sionismo
Tuesday, February 23, 2010
Amigos e amigas
O vídeo abaixo, há tempos circula na net.
Entretanto, é a primeira vez que o vejo legendado em portugues.
É um discurso de um soldado estaduniense, vetereano da invasão americana ao Iraque, onde o mesmo desmacara o cárater de classe das guerras imperialistas.
São trechos da fala do soldado:
Eu tentei muito me orgulhar do meu serviço, mas só podia sentir vergonha.”
Assim começa o o vídeo com o discurso de Mike Prysner. Veterano da guerra do Iraque, ele denuncia, com a autoridade de quem lutou ao lado dos invasores, a verdadeira face deste conflito.
- “Trabalhadores pobres desse país são enviados para matar trabalhadores pobres de outros países, a fim de tornar os ricos mais ricos. Sem o racismo, os soldados perceberiam que têm mais em comum com o povo do Iraque do que têm com os bilionários que nos enviam à guerra.”
- “Nosso inimigo não está a 5.000 milhas de distância, estão aqui em casa. Se nos organizarmos e lutarmos em conjunto com nossos irmãos e irmãs, podemos parar esta guerra, podemos deter este governo, podemos criar um mundo melhor.”
Gostei do vídeo, espero que gostem também.
Adriano Espíndola
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, visite nosso site
Monday, February 15, 2010
Na postagem Avatazonia, uma ótima análise do companheiro Cândido Neto sobre o filme Avatar, apresentamos uma leitura engajada e militante deste filme, que em minha opinião é um marco do cinema.
Quem ainda não assistiu, aconselho que o faça e no cinema, pois este é daqueles filmes que merecem ser assistidos na telona.
“Impossível não comparar um dos momentos mais dramáticos do filme, quando os reais planos dos humanos vêem a tona e os argumentos de uma negociação mediada caem por completo. Os efeitos especiais nesta parte foram muito bem usados e analogicamente lembram Gaza ou Bagdá sendo bombardeadas por Israel ou Estados Unidos, diante da brava resistência.” , dizia Cândido Neto, no texto Avatazonia.
Para alguns, poderia ser um exagero essa nossa leitura, mas na última , sexta feira, 12.02, meu aniversário, os palestinos mostraram que entenderam a mesma coisa, realizando diversas manifestações, acompanhados por israelenses e ativistas internacionais vestidos como os Navi’s (habitantes do planeta Pandora, no filme Avatar), para protestar contra o estado sionista.
Na manifestação abaixo, realizada em Jerusalém e contra o muro que segrega israelenses e principalmente os palestinos, o exército sionista seguiu o roteiro do filme Avatar: jogou gás contra os manifestantes.
Com informações dos Blogs (visite-os clicando sobre os seus nomes)
Assista aos vídeos da manifestação:
Labels: cinema, oriente médio, palestina, trabalhadores em luta
Thursday, January 21, 2010
Em artigo em inglês (clique aqui para acessá-lo), o jornalista Gareth Porter informa que, segundo o ex-agente da CIA Philip Giraldi, fontes da própria CIA indicam que foi forjado, não por agentes americanos, mas provavelmente por agentes israelenses e/ou britânicos, o suposto documento oficial iraniano em persa em que o jornal The Times se baseou em dezembro para denunciar que o Irã estava preparando "iniciadores de nêutrons", isto é, estava avançado no caminho para fabricar o necessário "gatilho" para armas atômicas.
Em novo artigo (clique aqui para ler, versão em inglês) Porter acrescenta que agora o próprio The Times reconhece que a fotocópia que publicou não é de um documento original e sim de uma sua cópia digitada.
Já o jornal israelense Ha'aretz publica, também em inglês, (clique aqui para ver), reportagem de seus correspondentes em Jerusalém, Barak Ravid e Natasha Mosgovaya, segundo a qual fontes israelenses informaram que o presidente americano Barack Obama advertiu o presidente chinês Hu Jintao de que os EUA não poderão conter indefinidamente um ataque de Israel contra as instalações nucleares iranianas.
Labels: alienação, capitalismo selvagem, EUA, imperialismo, Obama, oriente médio, sionismo
