Showing posts with label palestina. Show all posts
Showing posts with label palestina. Show all posts

Saturday, October 8, 2011

Amigos e amigas

Clicando na frase abaixo, vocês estarão sendo remetidos para postagem na qual se debate a questão palestina e a necessidade da destruição do estado artificial de Israel, para a implementação da paz e da justiça naquela região do Oriente Médio.

Clique aqui para acessar o texto.

Abraços,

Adriano Espíndola

Saturday, September 24, 2011

Pela derrota de EUA e Israel na ONU!

por RONALD LEÓN, DA LIT-QI (Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional)

 

A luta histórica do povo palestino contra o Estado nazista-sionista de Israel, que é parte central da luta de todos os povos do mundo contra a dominação imperialista de conjunto, novamente se encontra no centro da polêmica mundial.

O atual líder da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmud Abbas, apresentou no dia 23 de setembro, diante o Conselho de Segurança da ONU uma demanda para o reconhecimento oficial da Palestina como Estado independente, com plenos e idênticos direitos de todas as demais nações. Este status lhe permitiria, por exemplo, denunciar perante a justiça internacional a ocupação de seus territórios por forças sionistas. Na atualidade a Palestina tem, dentro da ONU, um status que não é de Estado, mas sim de entidade “observadora permanente”.

Essa proposta defendida pelas autoridades palestinas encontra grande simpatia e expectativa não só no mundo árabe, mas também no conjunto da esquerda e do ativismo mundial. No entanto, é preciso colocar com clareza que essa proposta, além de ser escandalosamente limitada, abandona as reivindicações históricas do povo palestino. A proposta de Abbas à ONU propõe conformar um “mini-Estado” palestino cujas fronteiras serão anteriores a de 1967, e com um território compreendido por Gaza, Cisjordânia e a parte de Jerusalém, como capital. Ou seja, é, de fato, uma capitulação a Israel, pois legitima o roubo dos territórios palestinos que usurparam os sionistas em 1948. Segundo publicações da rede de TV Al Jazeera, o presidente Abbas aceitou condições como a permanência dos colonos israelenses que ocupam Cisjordânia, e que esse novo Estado palestino não possua Forças Armadas próprias. Aceitou que até uma força militar da OTAN (Aliança Militar do Atlântico Norte) seja colocada no seu território.

Outro elemento importante, é que Abbas só faz essa proposta neste momento devido à impressionante pressão do processo revolucionário que sacode ao mundo árabe, historicamente simpatizante da causa palestina. Basta ver a recente manifestação contra a embaixada de Israel no Egito.

No entanto, apesar de todas as limitações que tem a reivindicação de Abbas, o imperialismo norte-americano e obviamente Israel se opõem categoricamente à proposta. Barak Obama já anunciou que os EUA recusarão a ideia de um Estado independente palestino e que, se for necessário, farão valer seu direito ao veto. O presidente norte-americano declarou ainda, de forma enganosa, que a "paz não chegará mediante declarações e resoluções na ONU (…). Em último caso, são os israelenses e os palestinos, e não nós, os que devem chegar a um acordo sobre as questões que lhes dividem: as fronteiras e a segurança, os refugiados e Jerusalém”.

Com sua acostumada hipocrisia, acrescentou, ao mesmo tempo, que ambos os setores têm “aspirações legítimas". No mesmo sentido, o próprio Abbas declarou e chamou Israel a que reconheça um Estado palestino e não a "perder a oportunidade para a paz".

Nós, da LIT-QI, não mudamos absolutamente em nada nossa posição histórica, que parte da necessidade da destruição do Estado nazista-sionista de Israel como condição indispensável para que exista paz na região. Reivindicamos uma Palestina livre, laica, democrática e não racista. Nunca haverá paz enquanto exista o Estado genocida de Israel, na medida em este é um enclave, um estado Policial dos interesses imperialistas na região. Também não mudamos nossa caracterização sobre a direção política palestina atual: a ANP é uma direção absolutamente entreguista e que trai as bandeiras históricas de seu povo.

Por tudo isso não pode existir e nem conviver “pacificamente” dois Estados. Israel nasceu como um instrumento da contrarrevolução no Oriente Médio. Foi concebido e sustentado pelas potências imperialistas e Stalin. Nós não confiamos de forma alguma na ONU. Sabemos que as decisões votadas nesse espaço nunca poderão servir como solução de fundo para a questão palestina. Tanto é aasim, que a ONU (que hoje pretende atuar como juiz supremo para conceder ou não o direito dos palestinos a ter um Estado) foi a que dividiu Palestina em novembro de 1947, lhe roubando o 54% de seu território em favor de Israel. Nessa época, foram expulsos de suas terras ancestrais mais de 700 mil palestinos, suportando uma série de ofensivas assassinas, no qual o novo Estado nazista-sionista arrasava e massacrava populações inteiras em seu afã de se consolidar. Desde então, o povo palestino vive confinado em campos de refugiados em Gaza, Cisjordânia, Líbano, Síria e em outras dezenas de outros países.

Estamos pelo voto favorável ao novo Estado palestino
Nós da LIT-QI estamos pela derrota da posição dos EUA e de Israel nesta votação que se realizará na ONU. Nossa posição parte de um momento em que ocorrerá uma votação sobre uma questão muito concreta (o reconhecimento ou não o novo Estado palestino). O imperialismo está negando a Palestina os direitos básicos que têm outras nações. O direito a um Estado independente palestino pode está gerando uma série de mobilizações na Palestina e em outros pontos do mundo árabe. Por isso, nos posicionamos pelo direito democrático e pela derrota do imperialismo ianque e de Israel nessa votação. Isto não significa, porém, que concordemos com a proposta de Abbas. No entanto, é claro que uma derrota do imperialismo e do sionismo nessa votação, fortaleceria o processo revolucionário árabe e enfraqueceria Israel, muito questionado na região.

Israel, em razão dos golpes da revolução árabe, encontra-se a cada vez mais isolado. Recebeu golpes no Egito, que se expressou no episódio da embaixada israelense; outro com o afastamento da Turquia, que antes era um de seus principais aliados na área; e outro na Jordânia. Esses golpes colocaram Israel em uma situação complexa. A tarefa é, por meio das mobilizações a nível internacional e nacional, isolar o Estado sionista cada vez mais. Sabemos que a solução real e a satisfação às reivindicações palestinas não passam pelas negociações, nem ao menos pela ONU. No entanto, podemos aproveitar o fato de que se esteja discutindo a questão para gerar ou potencializar processos de mobilização, além de redobrar esforços na campanha contra Israel.

É nesse marco que devemos seguir impulsionando a campanha mundial de boicote e pelas sanções contra Israel à qual se somaram inúmeras organizações palestinas e não palestinas, desde 2005. Apesar de seus limites, ao não propor a destruição do Estado de Israel, a campanha coloca objetivos muito progressivos, como o direito de retorno para todos os refugiados palestinos e o fim de todas as agressões israelenses e do bloqueio a Gaza. Ademais, é imperioso exigir em todos os países a ruptura de relações diplomáticas e comerciais com os sionistas.

Não obstante, insistimos e seguimos sustentando que a única maneira de defender realmente os direitos do povo palestino é lutar pela bandeira original da antiga OLP (Organização para a Libertação da Palestina): a luta pela destruição do Estado de Israel e a construção de um Estado Palestino laico, democrático e não racista, em todo o território de Palestina.

Fonte: site do PSTU, clique aqui e visite

Saturday, December 18, 2010

O verdadeiro anti-semitismo (título original)

Por  Abdel Latif Hasan Abdel Latif, palestino, médico


Anti-semitismo é um termo inexato para descrever  a perseguição sofrida por judeus na Europa, em especial durante o século XIX.

O termo é inexato porque a maioria dos judeus na Europa são descendentes de convertidos aos judaísmo no século IX e X. e principalmente dos khazares.
Os Khazares constituíam  um império de tribos turcas na Ásia central e Rússia, que adotou o judaísmo como religião oficial do império, dando origem à população judaica na Europa oriental, em especial Rússia e Polônia.

A perseguição contra judeus na Europa foi motivada por  questões religiosas, políticas e  sobretudo econômicas.

A situação atual modificou-se de forma radical.

Os judeus gozam de situação privilegiada em termos econômicos, culturais e políticos.  Não  sofrem restrições  de acesso a postos importantes e cobiçados.

Hoje, são os palestinos, árabes e muçulmanos, as grandes vítimas da perseguição, discriminação e massacres nas mãos dos novos anti-semitas – os “sionistas” e  simpatizantes.

Enquanto muitos estudiosos questionam a origem semita dos atuais judeus, não há dúvida alguma de que os árabes (gênero)  e  os palestinos (espécie)  são povos semitas, que nunca abandonaram sua terra, muito menos sua história na região.

O Estado sionista não apenas ocupou a Palestina Histórica e expulsou a maioria do seu povo desde 1948, mas discrimina os palestinos que continuam vivendo em suas casas e terras no que é hoje conhecido como Israel.

Exemplo disso  é uma declaração recente feita por centenas de rabinos israelenses. O “decreto” religioso proíbe aluguel  ou venda de casas para cidadãos árabes que vivem em Israel e ameaça aqueles que violarem essa ordem de serem isolados “excomungados”  e   punidos.

Segundo a bula religiosa, “qualquer um que venda ou alugue casa para árabes causa grande prejuízo aos judeus, uma vez que os goym tem estilo de vida diferente  do nosso e o objetivo deles é nos prejudicar sempre”.

Até hoje, mais de trezentos rabinos influentes em Israel assinaram o decreto.

O chefe do movimento, rabino Shmuel Eliahu, da cidade de Safad, é conhecido por suas declarações e posições racistas contra a minoria palestina em Israel.

O que causou o movimento do rabino é a presença de alguns alunos árabes,  que estudam em uma faculdade local e são vítimas de agressões racistas diárias por parte  da comunidade judaica da cidade.

A solução encontrada pelos religiosos judeus é proibir os árabes de morar na cidade.

Vale lembrar que Safad é uma cidade palestina, construída pelos cananitas, há três mil anos e seu nome em aramaico significa Fortaleza. Situa-se  no litoral  norte da Galiléia.

No  século XVI, um pequeno grupo de judeus religiosos, fugindo da perseguição na Espanha e em Portugal, após a expulsão dos árabes  da Andaluzia, instalou-se na cidade. Eles viviam em harmonia e paz com os árabes-palestinos da cidade até  o início do século XX.

A chegada dos novos imigrantes sionistas, com a intenção de expulsar os nativos e criar um Estado exclusivo para os judeus em toda Palestina,  deu início a um novo capítulo na História da cidade e da região.

Safad foi ocupada no início de maio de 1948 por forças militares isarelenses, poucos dias antes da criação do Estado judeu.
Sua população árabe-palestina foi expulsa e suas casas foram destruídas. A população de várias aldeias circunvizinhas  foi massacrada, como por exemplo, as aldeias de Saasa, Ein Zeitun e várias outras localidades.

Nas ruínas dessas aldeias, os sionistas construíram fazendas para os imigrantes judeus recém-chegados, parques nacionais ou simplesmente deixaram a terra abandonada.

Safad, hoje, é uma cidade totalmente judaica. Os árabes nativos da região não apenas foram expulsos e proibidos de retornar a suas terras, mas são proibidos de comprar ou alugar casas  e terras na cidade.

Para os religiosos judeus, a proibição baseia-se  no Torah.  Dizem que no Torah está escrito que “Deus  deu a terra de Israel  ao povo de Israel. O mundo é tão grande e Israel tão pequena, mas todos a cobiçam. Isso é injusto”. São as palavras do rabino Yusef Sheinin, um dos líderes do movimento.

A “justiça” desse rabino é estranha. Ele prega não apenas expulsar um povo de sua pátria, mas discriminar a  minoria desse povo que ainda vive na sua terra.

O que o mundo não deve aceitar e permitir é  uma “justiça” desse naipe, que ainda usurpa o nome de Deus para encobrir práticas de ódio.

Outro rabino do assentamento Beit Il, dentro dos territórios palestinos ocupados desde 1967,   líder do movimento  Gush Emunin, Shlomo Aviner, declarou que “os árabes são 25% dos cidadãos de Israel e não devemos permitir que criem raízes aqui”.

Os palestinos não precisam criar raízes na terra, porque suas raízes são a própria terra. A cidade de Safad é exemplo disso: uma cidade cananita milenar, com nome aramaico (Aram = Síria) e alma árabe, onde viviam antes da invasão dos sionistas, muçulmanos e cristãos e judeus, em um mesmo espaço, com respeito e harmonia.

Os sionistas transformaram Safad em um gueto. Colonos,  que enfrentam dificuldades em criar laços com a terra e os povos onde vivem , falando de  raízes,  é  pura hipocrisia.

A bula dos rabinos de Israel mostra a crise que uma sociedade racista e colonialista enfrenta para se afirmar e auto-definir. O racismo, discriminação, expansionismo e militarismo são instrumentos indispensáveis não apenas para construir essas comunidades coloniais, como também para mantê-las.

A discussão sobre  o decreto religioso envolveu vários setores da sociedade israelense: religiosos e seculares, da esquerda e  da direita. Os rabinos ditos  moderados emitiram opinião que se mostrou tão racista  quanto à  dos extremistas.

Um dos rabinos considerados moderados, Haim Drucman, tentou amenizar os efeitos das declarações dos rabinos favoráveis aos pogroms contra os palestinos dentro de Israel.

Segundo Drucman, “é necessário diferenciar entre árabes leais ao Estado Judeu e árabes não confiáveis”. “Os primeiros devem ter direitos e devem ser tratados de forma diferente, mas os outros devem ser expulsos”.  O rabino não explicou como ser leal a um Estado,  que exclui e se  define como não seu, exclusivo de outro grupo.

A minoria árabe-palestina do Estado judeu (25%) é considerada uma ameaça, “a bomba demográfica” e a única solução, segundo muitos políticos sionistas é a expulsão dos palestinos.

Israel não é Estado de  todos os seus cidadãos, como qualquer outro Estado normal do mundo, mas Estado de uma parcela da população, cidadãos judeus. Os árabes em Israel são cidadãos de terceira categoria, tratados como estrangeiros na sua própria terra,  e  temem a toda hora  serem expulsos de suas casas.

O que Israel quer de fato é  a redefinição de conceitos humanos básicos, como liberdade, direitos humanos, cidadania, igualdade e fraternidade.

A ideologia sionista pode ser definida como nazi-sionista, uma vez que baseia-se nos mesmos fundamentos nazistas da pureza racial e mito da supremacia e separação total entre grupos  e etnias diferentes. O decreto do rabinato é irmão das leis de Nuremberg.

Em um artigo publicado no jornal Israel Hoje, em 13/12/2010, a jornalista Amona Alon, sugeriu que é obrigação de Israel mostrar ao mundo que a desigualdade não é discriminação, mas apenas reflexo de diferenças entre povos diferentes. Os brancos da África do Sul não foram tão longe.

Segundo a jornalista, as medidas tomadas por Israel,  para  forçar seu caráter de exclusividade judaica, são necessárias e justificáveis, mesmo contrariando os ideais liberais. O que a jornalista sugere é que os judeus em Israel tem direitos que os não judeus não  podem ter.  Fim da isonomia. Sua lógica é distorcida, racista, retrógrada e oportunistas, já que certamente se qualquer outro Estado tomasse essas medidas discriminatórias contra os seus cidadãos judeus, seria acusado de  crime, racismo, perseguição anti-semita.

Em resumo, a lógica israelense  se funda nas seguintes asserções:

1º Tenho direito de ser racista e o mundo deve  aceitar isso, porque é a  maneira  da minha auto-afirmação;

2º É direito meu praticar a discriminação contra os árabes cidadãos de Israel, porque  é  a única forma de manter o caráter de exclusividade judaica do Estado.

3º É meu direito viver em guerra permanente, já que é a garantia da minha existência, porque a paz  verdadeira  é justa e isso representa ameaça a meus privilégios.

4ª Matar e causar sofrimento é a única maneira encontrada por Israel para sobreviver, já que precisa subjugar a população nativa, para manter seus privilégios.

Isso não é lógica, isso é patológico!  Essas  anomalias e taras ameaçam o mundo!

Saturday, June 12, 2010

A cineasta brasileira que estava no comboio humanitario à Gaza postou cenas que filmou no momento em que Israel atacou a Flotilha da Liberdade, causando diversos mortos e feridos.

Pode-se ver que os soldados começaram a atirar com  miras laser antes mesmo de invadirem o navio.

O video pode ser visto no link da Organização Culturas de Resistência -

 http://www.culturesofresistance.org/gaza-freedom-flotilla

Vejam também denúncia do jornalista GEORGES BOURDOUKAN, que denuncia em seu Blog (BLOG DO BOURDOUKAN) que Israel  saqueou a ajuda humanitária que estavam nas embarcações atacadas.

Verdadadeiros corsários.

clique aqui para acessar a matéria no referido Blog do Bourdoukan.

Tuesday, June 1, 2010

PALESTINA

REPÚDIO AO ASSASSINATO DE ATIVISTAS PACÍFICOS POR ISRAEL!

TODOS NO MASP ÀS 17 HORAS NESSA TERÇA-FEIRA

Reunião ampliada de entidades hoje, 01.06, 20 h na Mesquita Brasil (Av. do Estado)

      Em um ataque covarde e assassino, forças militares de Israel abriram fogo, na madrugada de segunda-feira (31/5), contra integrantes de uma missão humanitária internacional, causando várias mortes, além de  grande número de feridos. O ataque, que ocorreu em águas internacionais, foi desferido para impedir que a expedição, reunindo 750 ativistas de cerca de 60 países, em um comboio de seis embarcações, chegasse ao porto de Gaza, em território palestino sob controle militar israelense.

    A Frota da Liberdade como é conhecida essa iniciativa pacífica, carregava dez toneladas de mantimentos, remédios e outros produtos essenciais destinados a aliviar o sofrimento da população palestina de 1 milhão de pessoas que vive em condições subumanas na Faixa de Gaza. Não havia armas a bordo das embarcações.

     No mundo inteiro têm se multiplicado as manifestações de repúdio a esse crime brutal, que afronta as leis internacionais e os princípios mais elementares de humanidade. Diversos governos, como os da Turquia e da Grécia, já retiraram seus embaixadores de Israel, enquanto em muitas cidades da Europa e do Oriente Médio multidões tomaram as ruas para expressar sua indignação.

    Para os brasileiros, a carnificina traz um motivo a mais de preocupação – a presença, entre os integrantes da missão, da cineasta brasileira Iara Lee. O governo brasileiro emitiu nota oficial expressando seu "choque e consternação" com o ataque, ao mesmo tempo em que convocou o embaixador israelense em Brasília para explicações.

     A ação militar contra civis desarmados é um escândalo que ofende a consciência de todos os que prezam os valores universais da justiça e da dignidade humana e faz parte da política genocida que vem sendo continuamente praticada por Israel.

            Diante desse crime que não pode ficar sem resposta, nós, da Frente de Defesa do Povo Palestino chamamos todos e todas para um ato de repúdio nesta terça-feira, às 17horas no MASP. Em seguida convocamos para uma reunião ampla na Mesquita Brasil, na Avenida do Estado com Rua Barão de Jaguara

Conlutas

Monday, February 15, 2010

 

 

Na postagem Avatazonia, uma ótima análise do companheiro Cândido Neto sobre o filme Avatar, apresentamos uma leitura engajada e militante deste filme, que em minha opinião é um marco do cinema.

Quem ainda não assistiu, aconselho que o faça e no cinema, pois este é daqueles filmes que merecem ser assistidos na telona.

Impossível não comparar um dos momentos mais dramáticos do filme, quando os reais planos dos humanos vêem a tona e os argumentos de uma negociação mediada caem por completo. Os efeitos especiais nesta parte foram muito bem usados e analogicamente lembram Gaza ou Bagdá sendo bombardeadas por Israel ou Estados Unidos, diante da brava resistência.” , dizia Cândido Neto, no texto Avatazonia.


Para alguns, poderia ser um exagero essa nossa leitura, mas na última , sexta feira, 12.02, meu aniversário, os palestinos mostraram que entenderam a mesma coisa, realizando  diversas manifestações, acompanhados por israelenses e ativistas internacionais vestidos como os Navi’s (habitantes do planeta Pandora, no filme Avatar), para protestar contra o estado sionista.

Na manifestação abaixo, realizada em Jerusalém e contra o muro que segrega israelenses e principalmente os palestinos, o exército sionista seguiu o roteiro do filme Avatar: jogou gás contra os manifestantes.

Com informações dos Blogs (visite-os clicando sobre os seus nomes)

Língua Ferina

Blog do Bourdoukan

Blog Molotov

Assista aos vídeos da manifestação:

 

Monday, December 28, 2009

Tuesday, November 3, 2009

000000

Por Baladi
Eles são treze Palestinos detidos por mais de um quarto de século pelos sionistas criminosos. Mais de 25 anos de prisão porque estes heróis decidiram lutar contra a cupação de seu país. Nas prisões da acupação, eles resistem à morte, à doença, à humilhação cotidiana. Estes heróis da Resistência Nacional palestina estão privados de suas famílias, que os esperam por mais de 25 anos.

 

Leia no blog Somos todos Palestinos o restante do presente artigo, clicando aqui

Tuesday, October 27, 2009

Adriano Espíndola Cavalheiro

Sob a sombra da indiferença

da burguesia ocidental,

com seus governos e suas mídias,

a arrogância sionista,

com sua bélica brutalidade

faz sangrar-te, ó Palestina.


Mas, em meu coração dolorido,

ainda vive a esperança,

de uma Palestina livre, laica e democrática:

judeus, árabes, cristãos, muçulmanos,

sem sionismo,

sem fundamentalismo.


Meu desejo de vingança?

Não confunda, caro amigo,

é um grito em desespero,

pedras contra o racismo

contra a intolerância.

É meu clamor por Justiça!


*Inspirado em Palestina, Palestina de GEORGES BOURDOUKAN

http://blogdobourdoukan.blogspot.com/2009/10/palestina-palestina.html

Outubro de 2009

Wednesday, October 14, 2009

Pode ser considerado democrático um país, fundamentado em determinada raça, que mantém pessoas de outra nacionalidade presas sem qualquer condenação ou processo judicial?

Para a mídia ocidental e para o “nobel da paz” OBAMA e imperialismo por ele comandado, a resposta é sim.

Afinal, o enclave racista de Israel é considerado para tais como o grande exemplo democrático a ser seguido na região do Oriente Médio,

Entretanto, segundo as Ong’s B'Tselem e Hamoked há cerca de 335 palestinos em "prisão administrativa", no estado sionista (Israel), dos quais um é menor de idade e outros três mulheres.

Um verdadeiro absurdo!

Leia mais sobre o assunto, acessendo o Blog Somos todos Palestinos, donde há mais dados sobre o assunto aqui tratado e remissão à fonte da notícia.

Adriano Espíndola

Clique aqui para acessar o blog SOMOS TODOS PALESTINOS

Saturday, May 9, 2009

O nome dele era Basem
4 de Maio de 2009
Mohammad Khatib, membro do Comité Popular de Bil’in contra o Muro e os Colonatos
Fonte: Palestine Monitor | Tradução de Joana S. Piedade

 

O nome dele era Basem, que quer dizer sorriso e era com um sorriso que ele cumprimentava toda a gente. Todos o chamavam de “Pheel”, que significa elefante, porque ele tinha o tamanho de um elefante. Mas Basem tinha também o coração de uma criança.

Basem gostava de toda a gente, e por causa da doçura e capacidade de nos fazer rir, todos gostávamos dele. Era amigo de todos: as crianças falam de como ele brincava com elas, pregava sustos e as fazia rir. Ele vigiava o recreio do jardim de infância e levava brinquedos e livros. As senhoras mais velhas da aldeia contam como ele as costumava visitar para saber se precisavam de alguma coisa. Na aldeia, ele parecia estar em todo o lado ao mesmo tempo. Aparecia para dizer um olá, dava dum bafo no cachimbo de água, e partia para a sua próxima paragem. Na manhã em que morreu tinha ido a casa de Hamis. Há três meses, numa manifestação o lançamento de um projéctil de gás lacrimogéneo causou a Hamis um traumatismo craniano. Seria a mesma arma que iria matar Bassem.

Naquele dia, Basem acordou Hamis e deu-lhe a medicação, depois saiu e foi visitar outro amigo na aldeia que está doente com cancro. Uma menina da aldeia queria ananás mas não conseguia encontrar nas lojas. Basem foi então a Ramallah para ir buscar um ananás e voltou antes do meio-dia para as orações de sexta-feita e para a manifestação semanal contra a usurpação da nossa terra pelo muro do apartheid. Pheel nunca faltava a uma manifestação, participava em todas as actividades e acções em Bil’in. Antes de ser atingido pediu aos soldados para pararem de atirar, porque havia cabras perto da cerca. De seguida, uma mulher em frente dele foi atingida e Basem gritou ao comandante para parar os disparos porque uma pessoa estava ferida. Esperava que os soldados compreendessem e parassem de disparar. Em vez disso, mataram-no.

Vieram pessoas de todo o lado ao funeral para demonstrar que gostavam tanto de Basem quanto ele gostou delas. Mas nós, os de Bil’in, continuamos à procura dele, esperando que caminhe connosco. Pheel, eras amigo de todos. Sabíamos que te amávamos mas não nos apercebemos do quanto iríamos sentir a tua falta, até te termos perdido. Tal como Bil’in se tornou o símbolo da resistência popular da Palestina, tu és o símbolo de Bil’in. Querido Pheel, descansa em Paz, continuaremos a seguir as tuas pegadas.

Mohammad Khatib é membro do Comité Popular de Bil’in contra o Muro e os Colonatos

 

Monday, March 23, 2009

O escritor e jornalista Bourdoukan, faz em seu Blog a denúncia abaixo,  a qual reproduzimos pela gravidade. 

Adriano Espíndola


Sinceramente, não consigo entender tamanha atrocidade.

Jovens israelenses vestindo camisetas que pedem para assassinar palestinas grávidas porque assim, com um tiro, matariam dois.

Nem os nazistas foram tão ousados.

Repito: Nem os nazistas foram tão ousados!

Depois disso escrever o que?

Clique 
AQUI para ler, em inglês, a matéria do jornal israelenseHaaretz

Thursday, February 26, 2009

Enquanto os israelenses não chegam a um acordo sobre quem vai ter o privilégio de dirigir o país para continuar massacrando palestinos, eles se divertem assistindo ao Canal 10 de televisão fazendo piadas sobre Jesus e Maria.E o privilégio de ofender os milhões de cristãos coube a um tal de Lior Shlein, que se diz cômico. Esse indivíduo, ao ser questionado pelas ofensas, afirmou que o fazia em represália às declarações do bispo católico William Richardson, que tem negado sistematicamente o holocausto.

leia mais no

Blog do Bourdoukan: Canal de TV israelense ofende Jesus e Maria

Saturday, February 21, 2009

Bombas caem na Palestina,

do alto da arrogância sionista.

Crianças despedaçadas,

pais desesperados,

mães inconsoláveis!

 

Capitalistas em crise

em todo o mundo,

transferem para o trabalhador

o custo de sua incompetência:

demissões em massa,

miséria em toda a parte.

 

Meu colorado,

Uberaba Sport Club,

alegria para povo sofrido,

invade minha poesia:

arrancando um empate da

raposa cruzeirense.

 

RESISTIREMOS?


 

21.02.2009 (ouvindo o jogo do Uberaba no rádio de pilha)

 

Sunday, February 1, 2009

As agências de notícias afirmam que o primeiro-ministro do estado artificial e sionista de Israel Ehuld Olmert, prometeu uma reação desproprocional após terem caídos em terras não povoadas daquele país, quatro foguetes, sem poder distrutivo, do terrítorio palestino.


Veja a notícia da BBC, no site terra, clicando aqui (Não é vírus, nota de Adriano Espíndola).

Depois de bombas de fragmentação, bombas de fósforos e de flechetes, o que esparar agora? 
a bomba H?

Sobre os tais flechetes, mais uma armamento fornecido pelos Estados Unidos para Israel, com o poder de mortandade altíssimo, inclusive para a população cível, quero tratar nesta postagem.

Entretanto, ao contrário do que esta circulando na net, os flechetes já foram usados na primeira guerra mundial pelos franceses e na segunda guerra pelos nazistas, como pode ser visto no site sistema de armas, clique aqui para acessa-lo).

A diferença entre os flechetos do passado e o agora usado, é que antes os flechetes eram lançados por armas, tipo metralhadoras. Agora o nazisionismo estaduniense israelense, segundo a denúncia abaixo, acondicinou essas flechas mortais dentro de bombas que exploem no ar disparando os flechetes sobre as pessoas num raio de quase meio quilometro.

Mais um crime de guerra, até mesmo porque usar essa arma Gaza, pela sua alta densidade populacional, é matar deliberadamente civis inocentes.

Adriano Espíndola
 
Leiam a notícia abaixo:

Flechette: a nova arma israelense de matar


Por Blog do Bourdoukan 30/01/2009 às 20:32


Israel utilizou armas de fósforo contra a população de Gaza. 

Isto não é novidade. 


Israel utilizou munições com urânio empobrecido contra a população de Gaza. 

Isto também não é novidade. 

Israel utilizou flechettes contra a população de Gaza. 

Isto sim, é uma arma nova e até agora desconhecida. 

Flechettes, a nova arma foi fornecida pelos Estados Unidos a israel. 

Flechettes são dardos de metal com 4 cm de comprimento e 4 aletas traseiras. 

As flechettes são condicionadas em bombas de 120mm. São disparadas por tanques. 

Cada bomba leva em seu bojo de 5 mil a 8 mil flechetes. 

As bombas explodem no ar e dispersam as flechetes numa área de 300 metros. 

Alguém consegue imaginar a dor que as mais de 400 crianças assassinadas sentiram ao serem atingidas por essas armas? 

Alguém consegue imaginar tamanha crueldade? 

A denúncia é da Anistia Internacional. 

 

Sunday, January 25, 2009


Operação Chumbo Impune

Eduardo Galeano


Para justificar-se, o terrorismo de estado fabrica terroristas: semeia ódio e colhe pretextos. Tudo indica que esta carniceria de Gaza, que segundo seus autores quer acabar com os terroristas, logrará multiplicá-los.

***
Desde 1948, os palestinos vivem condenados à humilhação perpétua. Não podem nem respirar sem permissão. Perderam sua pátria, suas terras, sua água, sua liberdade, tudo. Nem sequer têm direito a eleger seus governantes. Quando votam em quem não deveriam votar, são castigados. Gaza está sendo castigada. Gaza se converteu numa ratoeira sem saída, desde que o Hamas ganhou limpidamente as eleições no ano 2006. Algo parecido havia ocorrido em 1932, quando o Partido Comunista triunfou nas eleições de El Salvador. Banhados em sangue, os salvadorenhos expiaram sua má conduta e desde então vivem submetidos a ditaduras militares. A democracia é um luxo que nem todos merecem.

***
São filhos da impotência os foguetes caseiros que os militantes do Hamas, encurralados em Gaza, disparam com péssima pontaria sobre as terras que haviam sido palestinas e que a ocupação israelita usurpou. E o desespero, às margens da loucura suicida, é a mãe das bravatas que negam o direito à existência de Israel, gritos sem nenhuma eficácia, enquanto a muito eficaz guerra de extermínio está negando, há anos, o direito à existência da Palestina.
Já sobra pouco da Palestina. Passo a passo, Israel a está apagando do mapa. Os colonos invadem, e atrás deles os soldados vão corrigindo a fronteira. As balas sacralizam o despojo, em legítima defesa.
Não há guerra agressiva que não diga ser guerra defensiva. Hitler invadiu a Polônia para evitar que a Polônia invadisse a Alemanha. Bush Invadiu o Iraque para evitar que o Iraque invadisse o mundo. Em cada uma das guerras defensivas, Israel tragou outro pedaço da Palestina, e os almoços prosseguem. O ato de devorar se justifica pelos títulos de propriedade que a Bíblia outorgou, pelos dois mil anos de perseguição que o povo judeu sofreu, e pelo pânico que geram os palestinos que estão observando.

***
Israel é o país que jamais cumpre as recomendações nem as resoluções das Nações Unidas, o que nunca acata as sentenças dos tribunais internacionais, o que burla as leis internacionais, e é também o único país que legalizou a tortura de prisioneiros.
Quem deu a Israel o direito de negar todos os direitos? De onde vem a impunidade com que Israel está executando a matança de Gaza? O governo espanhol não pôde bombardear impunemente o País Basco para acabar com o ETA, nem o governo britânico pôde arrasar a Irlanda para liquidar o IRA. Por acaso a tragédia do Holocausto implica uma apólice de eterna impunidade? Ou essa luz verde provem da potência que quer mandar em tudo e que tem em Israel o mais incondicional de seus vassalos?

O exército de Israel, o mais moderno e sofisticado do mundo, sabe a quem mata. Não mata por erro. Mata por horror. As vítimas civis se chamam danos colaterais, segundo o dicionário de outras guerras imperiais. Em Gaza, de cada dez danos colaterais, três são crianças. E somam a milhares os mutilados, vítimas da tecnologia do esquartejamento humano, que a indústria militar está ensaiando exitosamente nesta operação de limpeza étnica.
E como sempre, sempre o mesmo: em Gaza, cem a um. Por cada cem palestinos mortos, um israelense.
Gente perigosa, adverte o outro bombardeio, a cargo dos meios massivos de manipulação, que nos convidam a crer que uma vida israelense vale tanto quanto cem vidas palestinas. E esses meios também nos convidam a crer que são humanitárias as duzentas bombas atômicas de Israel, e que uma potência nuclear chamada Iran foi a que aniquilou Hiroshima e Nagasaki.

***
Existe a chamada comunidade internacional?
É ela algo mais que um clube de comerciantes, banqueiros e guerreiros? É algo mais que o nome artístico que os Estados Unidos se colocam quando fazem teatro?
Ante a tragédia de Gaza, a hipocrisia mundial se manifesta mais uma vez. Como sempre, a indiferença, os discursos vazios, as declarações ocas, as declamações em voz alta, as posturas ambíguas, rendem tributo à sagrada impunidade.
Ante à tragédia de Gaza, os países árabes lavam as mãos. Como sempre. E como sempre, os países europeus esfregam as mãos.

A velha Europa, tão capaz de beleza e perversidade, derrama uma ou outra lágrima, enquanto secretamente celebra esta jogada de mestre. Porque a caça aos judeus foi sempre um costume europeu, mas há meio século, essa dívida histórica está sendo cobrada aos palestinos, que também são semitas e que nunca foram, nem são, anti-semitas. Eles estão pagando, com sangue "contante e soante", uma conta alheia.

(Este artigo está dedicado a meus amigos judeus assassinados pelas ditaduras latino-americanas que Israel assessorou)

Thursday, January 22, 2009


Tendo em vista que nosso Blog se fez um instrumento da Resistência Palestina, nestes dias de agressão sionista, creio importante republicar a nota abaixo, publicada originalmente pelo Blog Somos todos palestinos http://somostodospalestinos.blogspot.com/

SOBRE AS BAIXAS DA RESISTÊNCIA PALESTINA
O total de bravos militantes da resistência palestina que caíram durante a agressão sionista a Gaza não chegou a 100 combatentes: 43 de Movimento de Resistência Islâmica – Hamas; 34 bravos da Jihad Islâmica; a Frente Popular para Libertação da Palestina - FPLP declarou até agora a morte de um comandante, até o momento a Frente Democrática para Libertação da Palestina declarou 4 perdas entre seus combatentes.
Por isso lamentamos que o site http://www.palestinalivre.org/ esteja informando equivocadamente a seus leitores que apenas 25% dos palestinos assassinados pelo exército nazi sionista são civis. Não é verdade!
Os dados oficiais dão conta que mais de 40% dos mortos são crianças e mulheres, e o número de baixas da Resistência foi inferior a 10% , motivo pelo qual Israel saiu derrotado da incursão genocida sobre o território e a população de Gaza.
Israel queria destruir a unidade do povo com sua resistência, queria provocar nova diáspora em Gaza, queria que o povo rompesse com a resistência, mas isso não aconteceu! O povo se manteve unido e no apoio total a resistência.
A Resistência Palestina e o povo palestino, apesar da dor, do sofrimento, das perdas e do Holocausto saíram fortalecidos e mais alerta! Sabem que Israel não vai desistir enquanto não completar a limpeza étnica, enquanto não se apoderar de Gaza e da Cisjordânia e completar o serviço que iniciaram com o voto da ONU há 60 anos.

Administradores do BLOG

Saturday, January 17, 2009

Acabo de ter conhecimento da declaração de cessar fogo do estado sionista de Israel.

Mas que cessar fogo é este se as tropas vão continuar na Faixa de Gaza, se a Faixa continuará com as fronteiras bloqueadas e os governantes de Gaza, o Hamas, eleito democraticamente pelos palestinos, continuaram a ser tratados como terroristas?

Estamos apenas diante de uma provocação do sionismo, uma vez que foram exatamente o cerco à Gaza e o fechamento de suas fronteiras, com incursões assassinas do exército e da artilharia israelita na Faixa de Gaza, que levaram ao conflito.

Impossível, nesta situação, que a resistência palestina, que não é formada apenas pelo Hamas, baixe as armas.

O exército sionista tem que sair de Gaza e liberar suas fronteiras e mesmo fazendo isto, considerando que os judeus invadiram a Palestina, sob as ordens da ONU, em 1940, a mesma ONU que hoje eles bombardeiam, a resistência não deve baixar suas armas.

A paz de Israel é a paz dos cemitérios. Paz sem voz, como já cantado aqui no Brasil, não é paz é medo.

Fora sionistas da Palestina!
Liberação das fronteiras já!
Pelo fim do estado racista de Israel, por uma Palestina laica, não racista e democrática, onde convivam árabes, judeus etc
Pelo retirada do exército sionista de Gaza


Ataques israelenses atingem escola da Onu em Gaza

Pelo menos duas crianças morreram neste sábado em uma ofensiva israelense a uma escola administrada pela ONU, no norte da Faixa de Gaza. Segundo informações da Reuters outras cinco pessoas teriam morrido no ataque e 14 pessoas teriam ficado feridas. O local servia para abrigar civis refugiados.

Um porta-voz do Exército israelense disse que os incidentes estão sendo investigados. Já os funcionários da ONU ainda não se pronunciaram.

Outros três palestinos também perderam a vida e 11 ficaram feridos em um bombardeio de navios de guerra da Marinha israelense, no começo da manhã, no nordeste da Cidade de Gaza.

O boletim diário do Exército israelense informa que, na noite passada, foram atacadas três instalações do Hamas, seis áreas tomadas por minas e duas mesquitas usadas para disparar contra forças israelenses no centro e no norte da Faixa de Gaza.

Retirado do site Terra
foto Reuters

=--=-=-=--=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-

ONU condena (mas não age*) novo ataque de Israel contra escola em Gaza


Um porta-voz da agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA, na sigla em inglês) condenou hoje o bombardeio israelense que matou duas crianças e deixou 14 feridos em uma escola administrada pelas Nações Unidas no norte da Faixa de Gaza.
O ataque ocorreu na manhã deste sábado, na localidade de Beit Lahia.

Depois das primeiras informações de que seis pessoas haviam morrido no ataque, o porta-voz Francesc Claret disse à Agência Efe por telefone que, até o momento, a UNRWA confirmou apenas a morte de dois irmãos, de 5 e 7 anos.

Segundo fontes médicas, entre os 14 feridos está a mãe das duas crianças, cujo estado de saúde é muito grave.

"O ocorrido está sendo investigando, mas se cogita que quatro bombas de fósforo branco caíram: duas (explodiram) dentro do pátio da escola, uma atingiu uma das paredes do edifício e outra precipitou-se a 20 metros do centro educativo", disse Claret.

O porta-voz acrescentou que, na hora do ataque, havia 1,6 mil pessoas abrigadas na escola, e que, quando o local começou a ser evacuado, "outra bomba atingiu em cheio o terceiro andar da escola".

De acordo com Claret, todos os feridos no ataque estão em estado grave.

"Vamos exigir uma investigação oficial sobre este ataque, que acontece depois das desculpas de quinta-feira, quando nos asseguraram que incidentes como o bombardeio contra a sede central da UNRWA na Cidade de Gaza não voltariam a se repetir", denunciou o funcionário.

A escola atacada hoje foi a 48ª instalação da ONU alvejada pelo Exército israelense nas três semanas da ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza.

Sobre o bombardeio, o Exército israelense disse que está investigando as circunstâncias do ocorrido.

EFE - Agência EFE
* comentário de Adriano Espíndola

Thursday, January 15, 2009


Depois de usar armas sujas e bombardear até cemitérios, Israel bombardeia os depósitos de comida para as vítimas de suas atrocidades.

Adriano



Ataques de Israel a Gaza queimam ajuda humanitária

A ajuda humanitária que tinha entrado na Faixa de Gaza nos últimos dias pegou fogo, após os depósitos das Nações Unidas onde o auxílio estava armazenado serem atingidos pelos bombardeios israelenses nesta quinta-feira.

"A comida que entrou em Gaza nos últimos dias está pegando fogo", disse, em Gaza, o porta-voz da agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA), Adnan Abu Hasna, em declarações ao Canal 10 da televisão de Israel.

Uma grande coluna de fumaça branca, primeiro, e preta, depois, por causa do combustível queimado, era vista esta tarde sobre a Faixa de Gaza, depois que pelo menos um projétil de tanque israelense atingiu de manhã os depósitos da ONU.

"Ontem, falei com eles (o exército) para pedir que não nos atacassem, e nos disseram que fazíamos um grande trabalho, mas hoje nos bombardearam", lamentou o porta-voz.

Israel atacou hoje com fogo de artilharia a principal sede da UNRWA em Gaza, segundo porta-vozes militares, o ataque foi após os soldados israelenses serem atacados do local com foguetes antitanque.

Um dos projéteis de 155 milímetros, disparados de fora da Faixa de Gaza por uma bateria de artilharia, atingiu o depósito de alimentos da organização internacional, e o fogo se expandiu rapidamente para os depósitos de combustíveis.

Trata-se do abastecimento que entrou em Gaza desde que, no fim de semana passado, entrou em vigor a trégua humanitária de três horas por dia, e que a UNRWA foi acumulando em seu depósito central para posterior distribuição aos centros de repartição.

Os depósitos de alimentos e gasolina ficavam a apenas alguns metros de distância, disse o porta-voz, que confirmou que o incêndio não tinha sido extinto após mais de quatro horas.

EFE
----------------------------------------------------------------------------------
15/01/2009 - 10h16
Israel ataca prédio da ONU, hospital e complexo de mídia em Gaza




O prédio-sede da UNRWA (agência da ONU para refugiados palestinos), o hospital Al Quds --ligado ao Crescente Vermelho, a Cruz Vermelha dos países muçulmanos-- e um complexo com escritórios de mídias árabes e ocidentais foram atacados por militares israelenses nesta quinta-feira, 20º dia da ofensiva contra o grupo radical islâmico Hamas.

Em represália, os militantes palestinos dispararam 15 foguetes contra Israel.

Funcionário da ONU tenta conter danos a prédio atacado por Israel
Fontes médicas afirmam que mais de mil palestinos já foram mortos e outros 4.000, feridos. Segundo as mesmas fontes, 40% dos mortos são civis. Israel contabiliza 930 mortos --e diz que 75% deles são militantes do Hamas.

Segundo o porta-voz da agência da ONU (Organização das Nações Unidas), Richard Gunnes, o prédio --que chegou a abrigar centenas de refugiados do conflito-- foi atingido por três tiros de tanques israelenses. Na sequência, o edifício pegou fogo. Não há confirmação de danos nem de quantas pessoas estavam no local, no momento do ataque. Entre os funcionários da ONU, ao menos três ficaram feridos.

O porta-voz acusou Israel de ter atacado o prédio com fósforo branco, substância cujo uso em regiões habitadas ou ataques a pessoas é proibido justamente por causar queimaduras severas e problemas respiratórios.

O grupo internacional de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch denunciara, nesta terça-feira (13), o uso de fósforo branco por Israel. Em 2006, Israel admitiu ter usado obuses com fósforo branco contra objetivos militares durante a ofensiva no sul do Líbano contra alvos do Hizbollah, milícia xiita libanesa.

"Um dos feridos sofreu lesões provocadas por bombas de fósforo branco, que atravessaram o colete à prova de balas que ele usava", denunciou o espanhol Francesc Claret, funcionário da agência da ONU, em entrevista à agência de notícias Efe. Claret afirmou ainda temer por refugiados que estavam, eventualmente, no prédio e por todo material de ajuda incendiado.

O ataque ao prédio da ONU ocorreu pouco antes de o secretário-geral Ban Ki-moon se reunir com a chanceler israelense, Tzipi Livni, em Tel Aviv. De lá, ele expressou "grande protesto e horror" em relação ao ataque e pediu que seja aberta uma investigação.

O Exército israelense ainda não comentou o ataque desta quinta-feira, porém o ministro de Defesa israelense, Ehud Barak, classificou o fato como um "grave erro".

Ban chegou nesta terça-feira ao Oriente Médio para participar das negociações de paz entre israelenses e palestinos e tentar fazer que ambos os lados acatassem a resolução por trégua imediata que fora aprovada dias atrás no Conselho de Segurança e que foi ignorada. Nesta sexta-feira (16), Ban vai a Ramallah, na Cisjordânia, onde vê o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.

Hospital

O hospital do Crescente Vermelho atingido pelos israelenses fica no bairro de Tel Hawa. De acordo com a rede de TV Al Jazeera, a farmácia do hospital permanece em chamas, assim como o segundo andar de um imóvel que abriga vários escritórios administrativos e que fica no mesmo bairro. Mais uma vez, não há confirmação sobre vítimas.

Segundo a Al Jazeera, cerca de 500 pessoas, incluindo médicos e doentes, estavam no hospital no momento dos bombardeios.

Mídia

O complexo de mídia atingido pelo Exército israelense nesta quinta-feira funcionava no edifício Al Shurouq Tower, no bairro de Al Shuruk, centro da Cidade de Gaza, e abrigava profissionais árabes e ocidentais. Entre as empresas há as TVs Fox, Sky News e RTL, além da agência de notícias Reuters e as árabes Al Arabia e MBC.

Conforme a agência de notícias Reuters, a bomba atingiu o imóvel na altura do 13º andar, onde funciona uma produtora de TV --a Reuters fica no 12º. O nome do jornalista ferido não foi divulgado, mas informações preliminares indicam que ele era da TV Abu Dhabi e estaria no 14º andar, no momento do ataque.

Segundo a Reuters, um porta-voz do Exército israelense entrou em contato com o escritório da Reuters em Jerusalém pouco antes do ataque, para confirmar a localização da equipe em Gaza --o que foi feito pela empresa, que recebeu garantia de que não era alvo.

Retirado da folha on-line in http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u490324.shtml

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 

FREE HOT VIDEO | HOT GIRL GALERRY